- Prólogo -

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Mensagem por ADM.Geral em Dom Nov 16, 2014 6:34 pm

Prólogo:






Aurion


Chapter I





Aurion, um ser poderoso que viveu a muito tempo atrás, seu poder descomunal era capaz de qualquer coisa neste mundo. Porém sua existência vazia pairava pelo infinito, sem identidade física, sem mais ninguém, ele era o único que existia, e só o que existia.

Cansado daquele plano de solidão, Aurion criou um mundo, o universo, e as estrelas. Tendo visto que seu trabalho foi belo, resolveu criar o lugar mais belo do universo, então usou seu poder novamente para criar um planeta, forrado de belas árvores, rios, plantas e os seres que chamamos de animais.
Encantado com sua própria criação, Aurion costumava caminhar sobre a superfície do planeta nomeado Auria, possuindo este nome em reverência ao seu criador. Porém o tão poderoso Aurion percebera que aquele lugar era muito belo, e que mesmo com tanta alegria de seus feitos, ele ainda se sentia sozinho e entediado. Decidiu então que deveria revestir a terra de seres pensantes, os quais pudessem reverenciá-lo e conviverem no local, sendo assim criou novas criaturas de diferentes formas, estas foram divididas e incumbidas de povoar e governar suas próprias terras.



(Pintura feita por um artista que avistou Aurion em suas caminhadas)


Então este mundo foi crescendo, dia após dia Aurion observava a vida e as decisões que eram tomadas, dia após dia de cada ser que criou, maravilhado e interessado no que havia em seu próprio mundo, não notou que os tempos se passaram e que o mesmo acabara envelhecendo. O deus poderoso nomeado Aurion não imaginava que seu poder absoluto tivesse fim, e que acima de seu poder estava o tempo, que com crueldade minara suas forças a cada ano que passava.

Entristecido de imaginar seu mundo sendo destruído pela falta de seu poder e presença, resolveu executar a única solução possível naquele tempo. Foi assim que Aurion criou Mephesto, Lyra e Órion. Três criaturas divinas, e a elas ele mesmo tratou como filhos, mesmo que feitos de carne, revestiu-os com propriedades divinas diferenciando-os dos seres normais que povoavam Aurialand.




Seus poderes estavam acabando, e assim, sem mais opções Aurion dividiu sua existência em três partes, dividindo sua personalidade e seu poder absoluto, sacrificando-se pelo mundo que tanto gostava. Cada um recebeu uma parte de Aurion.
Mephesto recebeu a ambição, a individualidade, o poder e o desejo. Lyra recebeu a justiça, a calma, a beleza e a paz. Órion recebeu a ira, a força, a ferocidade e a guerra. Ainda que pouco, cada um recebeu o poder de Aurion, que desapareceu. Assim como o tempo enfraqueceu o poder do antigo deus, o tempo para os jovens evoluiu os poderes de cada um, deixando-os  poderosos assim como seu criador.


Os tempos eram outros, a era havia mudado agora Aurialand encarava a “Era dos Três Grandes Deuses”




A Era dos Três Grandes Deuses


Chapter II.




A paz ainda existia sobre Aurialand, sendo assim, a presença de Aurion ainda era constante em seus habitantes, mesmo que o antigo deus já não se encontrava mais vivo. Seus 3 descendentes, ainda jovens, cresceram e se identificaram com determinadas raças daquele mundo. Assim como suas personalidades, seu poderes tomaram forma com o tempo, e juntos controlavam a paz e a magia no mundo de seu pai.

O tempo que não havia sido gentil com o antigo e poderoso deus, também não foi compreensivo com o mundo criado pelo mesmo. Guerras entre tribos, crises naturais, e um processo de deterioração surgiu ao redor do mundo, sinalizando a falta que fazia Aurion em sua criação.
Ainda que adultos, Mephesto, Lyra e Órion não puderam suportar e nem muito menos suprir a falta de controle e poder que havia. Mesmo que juntos sua força fosse equivalente a Aurion, o poder dividido em 3 partes era enfraquecido, e mesmo que os 3 pudessem suportar o domínio sobre Auria, logo os milênios passariam e estariam envelhecendo. Dividirem seus poderes com novos progenitores seria impossível, afinal a evolução dos novos deuses demoraria assim como a deles mesmos e isto traria o desequilíbrio, o que seria responsável pela destruição daquele mundo.

Ainda que jovens, seus planos para o futuro estavam levando os 3 poderosos à preocupação, sendo assim, unidos a um misterioso mago mortal apelidado de “Zef”, descobriram uma espécie de recipiente mágico que podia armazenar poder, desenvolvê-lo, controlá-lo e mantê-lo. Seria a resposta perfeita! O artefato foi chamado de “Will of  Aurion” ( A Vontade de Aurion), representando o afeto que o antigo deus possuía por seu mundo criado, eles criariam um objeto que possuísse o poder de seu pai, unindo o poder de cada um, formando um poder absoluto que manteria o equilíbrio terrestre por milênios.
Em sucesso o plano representava nunca mais se preocupar com o equilíbrio mundial, e o trabalho dos deuses seria retido à somente guardar o tal artefato, tarefa que seria passada de geração à geração. Infelizmente, o destino não permitiu este sucesso...

Ao depositar seus poderes em um imenso cristal avermelhado, tal objeto que seria o divino recipiente, sua cor tornou-se azulada irradiando seu poder por todo o mundo. Porém este poder estava fora de controle, era necessário que alguém se tornasse o controlador do cristal, era necessário que um ser poderoso e pensante se tornasse o novo deus supremo. Em um consenso ambos decidiram que deveriam se tornar 1 só, pelo bem do universo. Mas isto não foi possível, a diferença de personalidades que foi dividida por Aurion cresceu em cada um, em outras palavras, os três não eram mais partições de um ser, e sim deuses diferentes com ideais diferentes.

Uma vez que o cristal, ao absorver as entidades divinas começou a destruí-los devido à divergência de cada um, todos desistiram de se unirem ao cristal. Porém não havia mais tempo, o cristal havia sido criado, e seu poder estava crescendo descontroladamente, e Aurialand não suportaria isto por mais tempo. No momento só havia uma solução, dois deles deviam ser sugados e destruídos, e só assim uma vontade remanescente deveria seguir governante. Infelizmente, os três poderosos não estavam de acordo com as escolhas um dos outros, cada um queria se tornar o supremo deus, a ira, a serenidade e a ambição, divididas...

A briga gerou a destruição do cristal, sendo separado em três partes, cada uma se agarrando à um deles.  A destruição gerou a ruína dos aposentos divinos, e os deuses caíram por terra, onde guerrearam entre si, cada um em busca do poder do outro, para completar o cristal, e completar a própria vontade, e não mais a do antigo Aurion.


A Guerra dos Mil Anos


Chapter III.





Uma guerra sem escalas, montes sendo destruídos, mares em ruínas, e civilizações sendo dizimadas em uma guerra que perdurou por anos. Lyra controlava a natureza, o poder e a cura concedida pela vida e a paz a mantinha de pé. Mephesto movido pelo poder da ambição desafiava os limites da magia para lançar maldições devastadoras contra seus irmãos. E Órion era o mestre do poder de guerra, da força física que tremia mares e montanhas com um simples toque. Aurialand chorava à beira da destruição....




Foi quando um “basta” foi dado, a Vontade de Aurion criada no cristal irradiou nos corpos de cada um, bloqueando seus poderes, e impedindo-os de lutar. A voz do antigo deus ecoou nos quatro cantos do mundo, amaldiçoando seus filhos e repreendendo-os. Reconhecendo que não conseguiriam decidir à força, foi criado um trato...

The Crystal Deal, foi um trato onde os deuses se proibiram de combater suas guerras com as próprias mãos, daquele dia em diante nenhuma guerra devia ser travada pelos deuses em um intervalo de cem anos.

Cada deus teria três nações para governar, assim como seu próprio espaço em Aurialand. O deus que obtivesse o controle mundial, e roubasse os cristais dos corpos de seus irmãos, este sim, poderia retornar aos céus, e governar o mundo assim como Aurion.

Porém a cada cem anos os deuses possuem 7 dias para guerrear livremente, porém até lá, toda guerra deveria ser travada por suas nações seguidoras... assim o equilíbrio foi restaurado, mas a paz estava definitivamente extinta, e durante os próximos cem anos, estaríamos vivendo a nova era de guerra...



A Guerra das Tribos...

Continua...




Os Deuses de Aurialand


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